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domingo, 8 de junho de 2014

Sobre "A Culpa é das Estrelas"

(Não contém spoilers)

Depois de toda uma efusão de trailers e propagandas a respeito de "A Culpa é das Estrelas", me rendi a assistir ao filme na noite desse sábado com um grupo de amigo bem heterogêneo. Um heterocasal, uma heteromina e mais 4 homocaras, além de Vapes e eu (estou avisando ao autor de Cinema, Homens e Pipoca que peguei os nomes acima emprestados do blog dele).

É incrível como a percepção do filme varia de uma pessoa para outra, de acordo com sua vivência pessoal. Para uns, apenas um filme que foi feito para fazer chorar. Para outros, uma recordação de uma experiência que deveria ser esquecida (seja ela uma doença, um parece adoecido ou um amor que não deu certo). Para outros tantos, uma melação que poderia destruir, em teor de glicose, uma mistura de açúcar, marshmallow e chantilly. 

Para mim, foi uma poesia em forma de filme.

Poesia que faz você se apaixonar por Hazel Grace Lancaster, personagem principal da trama, pela sua atitude prática em relação à vida e sua condição terminal.

Poesia que faz você delirar ao conhecer Augustus Waters e seu sorriso cativante, sua insistência por uma vida de amores e risos, sua incansável paciência e a certeza de que tudo ficará bem.

Poesia que faz você abrir seu coração e ver, que além dos problemas, você pode ser feliz nos infinitos momentos que podem ser criados quando um coração encontra outro. 

Em um mundo no qual as relações estão baseadas na efemeridade e no sexo, assistir o desenrolar de um romance meio que à moda antiga, nos faz lembrar que existe ainda magia nesse mundo, que a espera pode ser vantajosa e que amar jamais é demais. 

Junte todos os vampiros e lobisomens adolescentes conhecidos do cinema atual.  Junte a eles, os anjos e caçadores de fantasmas dos livros adolescentes. Eles jamais chegarão ao pés de Gus e sua inverossímil complacência e atitude positiva. Sequer conseguiram limpar o chão onde pisa aquele que mostra uma fúria imensa, mas contida, ao ver os pedidos do amor de sua (curta) vida serem despedaçados por outra pessoa, que sequer merecia sua atenção. E o mais importante: se deixe levar pelo sorriso garoto, maroto, escroto, incontido e moleque de um adolescente que quer tudo, exceto o esquecimento. 

Hazel Grace é a antítese das mocinhas chatas, carentes e insuportáveis que temos visto por aí. Viaje em suas atitudes maduras, seus conselhos super diretos e a beleza da voz impressa por Shailene Woodley (de Divergente, 2014) à sua personagem. Meio menina, meio mulher, o tom rouco compõe uma impresso de fragilidade, que se confunde com a força que ela cria a partir, apenas, da aceitação inegável de sua doença. 

Cheguei leve em casa. Com aquela sensação de alma lavada. Por lágrimas, seguramente. Já que o filme é uma mescla de risos, sustos, amores e choro. 

Leve um lenço. E divirta-se com essa lindamente contada história. 

iPod em silêncio. 
No iPad, apenas o som das palavras tomando forma para esse post. 

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Espetacular, esse Homem-Aranha 2


"O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro" traz de volta Andrew Garfield na pele do herói mais chato e falastrão de todos os tempos: o tal aracnídeo de Nova York. E eu acabo comparando o danado ao Robin (DC Comics) por algumas características básicas: conflitos internos, necessidade de preencher todos os espaços vazios de uma conversa com a própria voz e, claro, as saídas e respostas categóricas enquanto espanca o vilão da vez. 

Mais uma vez eu peço calma. Eu não desgosto dele. Estou apenas apontando uma característica que esse moleque com super-poderes tem. E Garfield traz isso de uma forma divertida para as telas do cinema. Fora que, assim que começa, vc gruda na cadeira com as imagens aéreas do Aranha saltando feito louco pelos prédios de NY para, depois, pensar: "caraca!!! O videogame desse filme tem que ser muito bom!".

Obviamente, isso se deve à estética "videoguêimica" do filme. Saltos. Efeitos especiais. Uso e abuso (sem se tornar inconveniente) de câmeras lentas para as seqüências de luta, que permitem visualizar (FINALMENTE) a trabalhosa coreografia que atores e dublês precisam aprender para levar essas cenas até nossos olhos ávidos por ação. 

Mas "O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro" me conquistou por algo mais. As angústias adolescentes do primeiro grande amor, as decisões que precisam ser tomadas quando apenas duas décadas nos separam de nosso próprio nascimento e as dúvidas, aaaah as dúvidas que sempre permearão nossas mentes quer a adolescência tenha passado ou não. Está tudo ali, aberto, exposto, sangrando, chorando, sem escrúpulos ou vergonha de mostrar a lágrima que cai, o nariz que fica vermelho ou a voz que fica embargada. 

Também vemos que existe uma paixão por NY, um dos meus destinos preferidos no mundo. As veias e artérias da cidade, cheia de carros, pessoas, bueiros, letreiros, propagandas e, não sei como, perseguições de carro. Preciso rir. Sempre preciso rir com cenas de perseguição na Big Apple, por ser inverossímil. Seria como dirigir na Av. Paulista a 100km/h, as 18h de uma sexta-feira, fazendo uma comparação bem tosca. Mesmo assim, me encanto. 

Me encanto também pela força da heroína, Gwen. Pela sensibilidade do mocinho, Peter. Pela jovialidade e serenidade da "mãe" Tia May. Pela seriedade do Sr. Policial Stacy que, embora tenha deixado o mundo dos vivos no primeiro filme, executa um papel importante nos questionamentos do menino das teias.

Enfim, é um filme controverso que pode agradar muitos por várias razões. E por elas mesmas, desagrada outros tantos. 


No iPod: Song for Zula, de Phosphorecent - da trilha do filme. 
Na TV: acabei de ver a série The Nanny. Fiquei devendo de assistir aos dois últimos episódios e, com o a evento Netflix, resolvi ver tudo de novo. Vapes, obviamente, me acompanhou nós últimos episódios. 

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Mensagens e Chamadas Telefônicas


O mundo se digitalizou, isso é fato. Segundo especialistas, essa digitalização aproximou as pessoas e, por isso, estamos mais e mais em contato com pessoas com as quais falávamos, no máximo, uma vez por semana, por telefone, na época em que chamadas interurbanas eram os olhos da cara.

Com a chegada dos smartphones, chegou também a portabilidade dos bate-papos virtuais. As pessoas não se ligam. As pessoas mandam mensagens. As pessoas não se falam, mandam SMS. As pessoas não marcam mais nada, ficam de se encontrar em algum lugar e, quando lá estão, mandam mensagens dando as coordenadas de como encontrá-las.

Eu, como todo bom adpeto de tecnologias, aderi aos smartphones. Tenho não apenas um, mas dois desses telefones que se transformam em seus melhores amigos, companheiros para toda as horas de alegria, tristeza, melancolia, euforia e outros tantos sentimentos que ainda, como humano, possuo.

Mas recentemente resolvi adotar outra política para minha vida. Pessoas reais tem preferência às virtuais. Se estou na mesa de um barzinho com um grupo de amigos e alguém me manda uma mensagem, eu vou responder. Mas eu respondo "agora não posso conversar, estou com amigos. Nos falamos mais tarde". No início, eu (que estava sempre disponível) até ouvi alguns comentários maldosos a esse respeito. Mas agora, tempos depois, os amigos já tem consciência de que não adianta chorar, espernear ou xingar: O Menino que Voa vai responder sua mensagem quando não estiver em momentos sociais.

Outra situação que percebi é que as pessoas não se ligam mais. Fazem tudo através dessas fatídicas mensagens. Marcam cinema, teatro, almoços, jantares e toda sorte de eventos sociais através de bate-papos que são, em sua maioria falhos. Cansei de presenciar crises geradas pela simples e costumeira "não entrega" das mensagens em tempo hábil. Dia desses, um amigo ia me buscar no aeroporto e se surpreendeu quando liguei pra ele já em casa. Depois de me perguntar onde eu estava, perguntou se não tinha recebido sua mensagem dizendo que me buscaria no aeroporto. Sabe quando eu recebi essa mensagem? Na mesa do restaurante, após tê-lo encontrado e já estar comendo. Ou seja, o serviço - ainda - é falho e não deve ser utilizado em casos de emergência.

Outra luta minha é: quer resposta rápida? LIGUE!

Pelo mesmo problema: SMS são falhos. Não são entregues. Não possuem emoção. Não possui carisma. São palavras jogadas ao vento que se perdem, se não são lidas. Se não são comentadas. Se você quer a presença de seu amigo na mesma mesa de restaurante que você, na mesma hora e dia que você está lá, ligue e chame-o. Criar eventos no Facebook até funciona para eventos distantes, mas uma chamada é mais prazerosa, mas pessoal, menos fria e faz com que a pessoa se sinta importante. Naquele momento, essa pessoa é a rainha de sua atenção, individida, individual, exclusiva e inteira.

Ligue! Comunique-se!

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Conexão Direta Via Radio




Me rendi às maravilhas da conexão direta via radio da Nextel. Pesquisei durante um tempo os preços, os aparelhos, os serviços e as facilidades de utilizar o serviço da empresa e fiz uma decisão consciente de que eu estava testando mais uma, não mudando para a melhor das operadoras.

Depois de sair das amarras pelas quais eu estava sujeitado por contrato de fidelidade com outra empresa, pude exercer o meu direito à infidelidade e trocar, sem piedade de operadora por uma que eu ainda não tinha ouvido falar mal. Bom, pelo menos até então.

Com o primeiro passo dado (o contrato de prestação de serviços), passei para a pesquisa de aparelhos.

Quase que totalmente limitado a aparelhos Motorola, fiquei surpreso que funções consideradas básicas, hoje, ainda não estão disponíveis nos modelos iden, tecnologia desenvolvida pela própria Motorola para os serviços de radio. Isso, explica a quase total exclusividade de aparelhos Hello Moto para o serviço, mas não a falta desses recursos em quase sua totalidade de modelos.

Finalmente, decidi pela canadense Blackberry, que resolveu licensiar a tecnologia motorólica e disponibilizou um aparelho que junta o serviço iden com suas já conhecidas facilidades no envio de mensagens, além de detalhezinhos básicos como toques mp3, câmera integrada, variedade de perfis personalizáveis e sincronia com PCs e Macs.

Agora, estou na fase de testes da operadora. Meus primeiros três contatos com o serviço de atendimento ao cliente me deixaram feliz pela agilidade e disponibilidade do pessoal. No mesmo dia que ativei meu chip (que a empresa manda pelos correios, depois de analisado e aprovado o seu contrato), consegui desbloquear as chamadas de radio internacional e alterar minha senha de acesso aos serviços mediante confirmação de dados pessoais.

Alem disso, a clareza com a explicação dos serviços e o cuidado em continuar me chamando pelo nome pelo qual me apresentei, apesar de meu nome no contrato incluir um pré-nome que utilizo apenas em consultorios médicos, me encantaram mais ainda.

Em suma, estou exercendo plenamente meu lado Polyana de ser. Estou feliz, contente e confiante, até que se prove o contrário, como foi a minha história com outras operadoras no passado recente. E assim espero que continue, porque a evolução no atendimento das empresas de telefonia celular no país me permite, sim, exercer a infidelidade consumidora que me proíbe de continuar com um serviço que não mais me agrada.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Vampiros na TV


Recentemente, resolvi atualizar as séries que amo e assisto tanto e fiquei impressionado como eu estou atrasado na maioria dos programas que eu gosto, por estar vendo programas que eu via quando eu era criança ou adolescente: Mulher-Maravilha, As Panteras e desenhos animados sem fim.

Mas voltei às minhas séries e me deparei com uma espetacular segunda temporada do assustador True Blood, produção da HBO, que conta a história de vampiros na região sul dos EUA, com direito a sotaque hillbilly e tudo! Já vi 03 episódios da segunda temporada e estou apostando em diversão garantida.

Do outro lado, a estréia de The Vampire Diaries, uma espécie de Twilight para TV. Dois vampiros, irmãos, voltam à sua cidade do interior. Um deles (Stefan), para conquistar uma garota (Elena) que parece fisicamente com seu antigo amor, morta há 145 anos. O outro (Daemon - um nome mais que apropriado), volta para infernizar a vida do irmão por motivos que ainda não ficaram claro nos primeiros 03 episódios. Hoje, quinta-feira, vai ao ar o quarto capítulo e eu estou mais que curioso.

Ainda tem o controverso The Lair, da produtora Here!, especializada em filmes temáticos homossexuais. Nessa série, corpos começam a aparecer e, pela capa dos DVD que comprei sem saber do que se tratava, a produtora segue com a temática gay explícita. Mesmo estando curioso, eu ainda não comecei a ver, mas logo me dedicarei, também, a essa série, que teve duas curtas temporadas e, espero, tenha tido um último capítulo conclusivo.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Música da Espanha

Percorrendo o mundo na minha busca frenética por novas vozes, novos sons e línguas diferentes, me deparei recentemente (na verdade, um reencontro) com um grupo de pop espanhol chamado Fangoria.

Minha história com esse grupo remonta os tempos nos quais eu percorria as ruas madrilenhas, conhecendo cada ponto da primeira cidade européia que eu conhecia. Passei a curtir cada pedacinho da cidade, em seu frio de janeiro e fevereiro, fazendo amigos, aprendendo uma nova língua, estudando e curtindo uma vida diferente.

Conheci pessoas que permeiam meu círculo de amizades até hoje, mesmo que distantes, com palavras que aparecem em datas especiais, mas sempre com muito carinho e admiração.

Nas rádios, a vocalista Alaska cantava "No Sé Que Me Das" e eu achei o som interessante. "Naturaleza Muerta" foi o primeiro CD que comprei e devorei suas músicas como gato novo bebe leite da tigela. "Eternamente Inocente" foi a primera música que consegui tirar a letra em Espanhol e umas das minhas primeiras manias de Fangoria.

Voltando ao presente, estava passeando nas lojas e achei três CDs do grupo. Um, uma reedição do "Naturaleza Muerta" que falei acima, desta vez com 2 CDs, sendo um de remixages. Outro, o primeiro CD do grupo, de 1999, chamado "Una Temporada en El Infierno", também com outro CD recheado de "remezclas". E um novo que eu não havia conseguido pela internet: "Un Dia Cualquiera en Vulcano", de 2003, edição também dupla.

Redescobri esse grupo e tenho ouvido as músicas que me agradam, aprendido a ouvir as outras antigas e, claro, me deliciando com as músicas que ainda não conhecia.

Alaska, a vocalista, é nascida na Argentina, mas mudou-se antes de aprender a falar para a Espanha e tem o mais perfeito e lindo sotaque espanhol central. Além disso, sua voz é unica. Uma mistura de tons graves e melodia chorosa, meio melancólica, meio raivosa, com letras deliciosamente sádicas ou ácidas. RECOMENDO!

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Pêlos Pubianos


Estava essses dias falando com uma amiga sobre seus causos amorosos e ela me disse que, certa vez, pediu a seu P.A. para aparar seus pêlos.  Esse pedido foi encarado como uma afronta à sua masculinidade, afinal de contas "homem que é homem anda com sua floresta amazônica particular na região pubiana", pensava ele. 

Eu acredito no oposto: homem que é homem apara seus pêlos, SIM. Não apenas pela higiene, mas também pelo belo espetáculo que pêlos bem aparados podem proporcionar.

Imagina a cara de indignação dessa amiga quando seu P.A. chega com sua "mamãe-sacode" (palavras DELA!!!) e ainda quer carinhos... não dá! Nem chegue perto que ela, com certeza, não quer fazer a linha "cheerleader" com ele (risos)!

Para os voadores de plantão, mamãe-sacode é, também, chamada de POMPOM, daquelas que líderes de torcidas, paquitas e carnavalescos usam.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Sobre o Dialeto Fluminense


O Vapes, agora de manhã, resolveu me dizer que o Manezês está no Wikipédia como um dialeto originário do sul do Brasil, uma forma específica de falar do nativo de Florianópolis, capital de Santa Catarina, Brasil.

E eu resolvi ler o artigo. Achei interessante, pois é baseado numa publicação real, da Universidade de Santa Catarina (clique aqui). Mais ainda, por fazer referência a outros "dialetos" da língua portuguesa do Brasil: Caipira, Fluminense, Cearense, Brasiliense, Baiano, Gaúcho, Manezês, Mineiro, Nordestino, Nortista, Paranaense, Paulistano, Sertanejo e Sulista.

Eu nem sabia que existiam tantos dialetos aqui no Brasil, mas sempre admirei e gostei das diferençar existentes na nossa língua, até hoje conhecida por mim por "regionalismo".

Eu ACHO que o Wikipedia (re)definiu o regionalismo como dialetos e ficou desse jeito.

Uma característica, entretanto, me saltou aos olhos no dialeto Fluminense. Segundo a própria Wikipédia (clique aqui), ele "apresenta uma estrutura fonológica dificilmente encontrada em outras regiões, sendo algumas de suas características peculiares o "r" aspirado no final de sílaba e a abundância de ditongos e de fonemas palatais fricativos, em detrimento dos sibilantes".

(pausa para releitura!!!)

Aí eu pensei, imediatamente: "preciso postar isso" porque minha cara de interrogação foi substituída por uma gargalhada e uma vontade de lembrar, dos tempos da faculdade, que diabos eram "fonemas palatais fricativos" e "fonemas sibilantes".



Divirtam-se.....

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Pensando Alto (ou Voando Alto)


Eu navego pelos blogs Brasil (e mundo) afora, achando coisas interessantes para ler, pessoas que gostam e sabem compartilhar seus pensamentos. Que curtem escrever e desabafar.

Muitas vezes acho graça ao saber que as pessoas têm o mesmo pensamento que eu, mas muitas vezes não o colocam pra fora por receio de ser mal interpretado pelas pessoas com as quais tem convívio social.

Nessas andanças, recebi por e-mail uma dica: "Pensando Alto (ou Voando Alto)" é o blog do Vitor Fernandes. Ele resolveu voltar pra esse mundo blogueiro depois de perceber que as pessoas têm opiniões diversas, as compartilham e são abertas a críticas e sugestões no momento que "jogam pro cosmo" suas idéias.

Recebi um e-mail dele, pedindo pra visitar e, como forma de levantar sua moral e servir de incentivo, comentar em seu blog.

Estou fazendo minha parte dando mais uma Dica dO Menino, com o blog Pensando Alto (ou Voando Alto). Espero que vocês gostem!

sábado, 22 de novembro de 2008

Nostalgia Gastronômica (Bebelu)


Passei pela região do Tatuapé esse dias... mais especificamente pelo Metrô Tatuapé. Era uma sexta-feira imprensada no feriado do dia anterior, mas a estação estava O INFERNO de sempre. Cheia, com pessoas de gosto duvidoso e cabelos ensebados. Ay Díos, o que esse povo passa no cabelo? Clara de ovo? Porque fica com uma aparência tão estranha que me dá medo, misturado com nojo e repulsa. Pra mim, vai sair um bicho dali de dentro. (FOCO, Menino!!!! Foco no post!!!!)

Enfim... lá estava eu no inferno supramencionado (o elemento de formação de palavras supra-, que exprime a ideia de superioridade ou excelência, liga-se por hífen ao elemento seguinte quando este começa por vogal, h, r ou s), quando eu vi um anúncio gigante dizendo que o melhor sanduíche do Brasil estava no Boulevard Tatuapé.

Pela marca, reconheci a lanchonete que tanto eu amo, que eu ia todas as vezes que tinha oportunidade quando estava em Fortaleza, capital do Ceará. Nem pensei duas vezes, me joguei na praça de alimentação do boulevard (???) e lá estava o coração amarelo circunscrito em vermelho. Uma marca que me traz excelentes lembranças de uma das melhores capitais do nordeste desse Brasilzão de meu Deus.

Olhei rapidamente e percebi uma leve estilizada no cardápio. Creio que para concorrer com o já disputadíssimo mercado de fast food na paulicéia. Novos lanches, promoções que se pede pelo numero, entre outras coisas. 

Pedi um delicioso Picanhasco. Para os mais afoitos, que não deixaram o trocadilho em paz, eu explico: é um hamburguer de churrasco de picanha, tá?. Calmaê!!!! Esse é um blog de família! Er... quase... pelo menos.

Enfim... me deliciei com o sanduíche que, de tão bom, fez-me (com próclise e tudo!) sentir de novo da Praia de Iracema, numa nostalgia gastronômica de dar inveja. O suco de laranja, batido na hora, com gelo, sem açucar estava maravilhoso. Escrevo aqui e deu, de novo, água na boca. E as fritas não deixaram nada devendo ao McDonald's e Burguer King. Talvez menores, mas igualmente saborosas e crocantes. Mas a estrela do show foi mesmo o sanduiche. Bem feito, deliciosamente temperado com alfaces e tomates de verdade, ao invés das imitações de plástico do meu amado Mac.

Gostei tanto desse sentimento nostálgico, que depois de me jogar numa aula de Power Jump (pulei feito DOIDO!), chamei meu amigo Airborne para conhecer o lugar. Parece que ele aprovou! Quero levar meus amigos para conhecer. Afinal, é do Brasil, é do Nordeste e eu recomendo mesmo. Ah! O atendimento sorridente é uma diferença que conta. NÃO EXISTE essa de "aceitaria um sundae megamix ultra plus de chocolate com castanhas do norte da índia por mais trinta centavos?". Eles, simplesmente, te deixam à vontade para escolher num cardápio bastante variado.

Dica dO Menino
Bebelu Sanduíches - Sabor no Capricho 
1. Loja Paraíso - R. Dr. Rafael de Barros, 64
2. Loja Boulevard Tatuapé - praça de alimentaçao do 3º piso

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Taylor Swift - Fearless


Eu sou um consumidor frenético de nomes que as pessoas mal conhecem. Falou um nome estranho de uma cidade do Cazaquistão que tem um som legal, eu já procuro pra conhecer. Isso vale para estilo batidos, também, como o sempre romântico Country americano (nada parecido com o brasileiríssimo Sertanejo).

Sou fã, desde 1998, de Edwin McCain e, quem me conhece pessoalmente, sabe que ele embalou meu Reveillon em Paris esse ano.

Assistindo Ellen DeGeneres ontem pelo youtube (no Brasil, os episódios chegam com atraso), conheci Taylor Swift, uma garota de 18 anos, dona de uma voz poderosíssima, que faz a linha Avril Lavigne da Country Music (compõe, toca, canta etc).

Ex-namorada de um dos The Jonas Brothers (os mais novos abençoados Disney, no filme Camp Rock), ela deixou BEM claro que sabe o que quer... e não brinquem com seu coração.

Indagada por Ellen sobre o fim de sua relação, ela disse, para quem quisesse ouvir, que ela encontraria uma pessoa muito boa. E que, no futuro, nem lembraria daquela pessoa que terminou tudo com ela por telefone em 25 segundos, quando ela tinha apenas 18 anos.

A platéia foi abaixo e Ellen, boquiaberta, ficou sem fala.

A guria tem atitude!!! Imaginei que era escorpiniana, mas pelo IMDB (Internet Movie DataBase), ela é de 13 de Dezembro, uma sagitariana! (you go girl!!)

Seu novo álbum, Fearless, foi lançado 11 de Novembro, durante o programa da Ellen e, garanto, está delicioso, pra quem gosta do estilo.

sábado, 1 de novembro de 2008

Ontem à Noite eu...


...sai com uns amigos e me joguei na Bubu! Estivemos, antes, no aniversário de 53 anos de uma pessoa maravilhosamente transloucada e divertida, com uma energia fenomenal e contagiante. Preciso tirar o chapéu pra Neusa, uma mulher dinâmica que inspira qualquer um que a conheça.

Depois, mesmo com a chuva, me joguei na Boo-Boo! Um dos meus amiguinhos (Jeci) resolveu não ir. Mesmo sentindo falta, decidimos ir os 05 restantes do grupo. Afinal, apenas eu e Vapes moramos em Sampa e não achamos digno (viu Airborne? - risos) deixar de ir, mesmo destruídos de nossa ida ao Hopi Hari anteontem (aliás... deepcionante. Mas eu comento depois).

Parece que, quando chove, as bichas ficam todas com medo de derreter. Já eram, exatamente, 01 da manhã, quando entrei na casa. A pista de baixo havia acabado de abrir e, mesmo assim, a pista de cima estava transitável. Sim... poderíamos andar tranquilamente pelas pistas, sem ter que empurrar demais as pessoas. Estavam ambas cheias, mas não SOCADAS de gente, como de costume. Deveria chover sempre na sexta-feira a noite (ahahaha).

Ao longe, uma pessoa desconhecida pessoalmente embalava-se na música alucinante. Reconheci, pelas fotos, nosso colega blogueiro Paulo, do "Enquanto isso, num cantinho escuro na minha cabeça...".  Havíamos nos falado mais cedo e sabíamos que nos encontraríamos. E foi legal conhecer pessoalmente alguém que divide pensamentos conosco na arte de blogar.

Paulo, aqui fica o "muito prazer" registrado (eh eh eh eh). Ele ainda conheceu, de quebra,  Vapes, que estava dançando comigo.

A propósito, eu fico meio louco com a música e posso tê-lo visto mais algumas vezes, mas fico tão dentro do meu fantástico mundinho de Bobby que posso não ter falado com ele por não tê-lo enxergado de fato. Coisas das minhas múltiplas personalidades.

Enfim... saímos BEM CEDO (03h da manhã) pois a gente ia virar abóbora: o estacionamento iria fechar e eu "usei" como desculpa para não virar a noite.

Em tempo, recomento visitar  blog de um dos meus amigos de Salvador que estavam na Bubu comigo: Olavo, do Olavianos.  Eu iria recomendar o "Ten O'Clock Tea", mas o cara não posta há DOIS ANOS! Não merece menção honrosa, né? (ah ah ah ah ah)

[off topic] Meu niver tá chegandoooooo! É amanhã!!! É amanhã!!! É amanhã!!! É amanhã!!! 

domingo, 19 de outubro de 2008

Vintage


Desde que eu vi Gremlins, eu me prometi que, se um dia eu encontrasse um Gizmo que reproduzisse aquela musiquinha que ele canta à noite, quando está feliz, eu compraria pra mim. ACHEI!!!! Numa loja vintage chamada The Cult Entertainent Megastore (clique aqui pra ver a loja). Mas pagar £25,00 (Vinte e Cinco Libras) num bonequinho não me pareceu apetitoso, com a Libra a R$3,65 (Três Reais e Sessenta de Cinco Centavos). Decidi que não levaria, mas fiquei igualmente LOUCO com um andar INTEIRO de quadrinhos dos mais variados tipos. TODAS as Graphic Novels que se pudesse imaginar estavam ali. Arquivos DC como Aquaman, The Teen Titans dos anos 60 e 70, sagas completas e muita coisa animê.

Uma coisa me chamou a atenção: uma lixeira no formato do R2D2 de Star Wars. Pasme... por meras £150 (cerca de R$548). Será MESMO que tem gente que paga isso? Devem ser esses colecionadores loucos, mas eu ainda tenho pé no chão e contas a pagar. Não compraria, mas admito que tive vontade.

Para os amigos que curtem Marvel (Paulo, essa é pra você eh eh eh eh), haviam réplicas do martelo de Thor, da arma do Justiceiro e do bracelete que o Aranha usa com o fluido de teia. Para os fãs DC Comics (esse sou eu mesmo), bustos do "tamanho real" da tríade Super-Homem, Batman e Mulher-Maravilha, bonecos em resina do ultimo filme do Batman com as surpreendentes expressões do Heath Ledger e Aaron Eckhart (o Duas-Caras), além de incontáveis outras memorabílias que encantarias ambos os fãs.

Um nota: além da minha amiga Mônica, havia apenas mais UMA mulher na loja. Na sua esmagadora maioria, o publico era formado por homens, na faixa entre 25 e 40 anos. Foi ela quem me chamou a atenção disso e me fez refletir sobre essa razão. Segundo ela, estar na loja significava ter tidouma infância feliz. Que eles não sentiam medo, respulsa ou vontade de voltar à infância, mas através de todos aqueles quadrinhos e personagens, continuar de uma forma saudável, hábitos que surgiram quando eram crianças. E eu concordei....

Aí, a gente foi comer no Pasta Hut e eu NÃO comprei meu Gizmo cantor.

EM TEMPO
O Enigma acabou de lançar seu mais novo álbum "Seven Lives, Many Faces" que eu já pus no iPod e estou me deliciando com suas musicas loucas, new wave e  prontas para uma boa trepada!!!

No Som: The Same Parents, de Enigma
Na TV: Mulheres Perfeitas, com Nicole Kidman, me espera

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

A Lagosta Randômica


Pois não é que meu último post eu ia falar da tal lagosta e acabou que eu falei de vegetarianos e carnívoros. Pior... parece que o título assustou algumas pessoas, que nem sequer leram o post inteiro. (risos macabros, iguais ao título do post anterior).

No mesmo dia, no meio do papo sobre comer ou não carne, estávamos falando dos maus tratos com animais. A Júlia, do BOA DE GARFO, saiu com uma das pérolas do dia: "eu prefiro uma lagosta randômica".

Na minha perturbada mente "fantástico mundo de Bobby", surgiu uma gigantesca exclamação, digna de ser roubada pelo Charada (inimigo do Batman), quando ela nos contemplou com a explicação: "eu não tenho coragem de chegar naquele aquário e apontar pro bicho vivo dizendo 'quero essa'. Adoro lagosta, mas prefiro que alguém escolha e ela, simplesmente, chega no meu prato. Como mágica".

A-DO-REI (com divisão silábica e tudo!). A partir de hoje, só como Lagosta Randômica.

Dica dO Menino
Pode clicar! Para amantes ou entusiastas da gastronomia, a Júlia nos presenteia com a receita que embalou nosso paladar nesse domingo. Além da receita e modo de preparo com dicas para uma melhor realização do prato, ela ainda dá um pequeno roteiro para os aventureiros de plantão que querem, segundo ela mesma, saborear uma boa comida.

P.S.: estou falando da Júlia com seu verdadeiro nome, pois ela assina seu blog e trabalha com isso. Desta forma, não achei necessária a preservação de sua identidade secreta, como nos outros personagens mencionados em posts anteriores.